Todos concordamos que o Brasil em 2017 tem de fazer uma inflexão na sua curva de crescimento. E quando falo em crescimento, não me refiro somente à economia, pois, diante de tantas notícias e fatos com que temos deparado, começamos a perceber o quanto nossas instituições e nossa sociedade precisa de amadurecimento e crescimento.
Os governos, as empresas e as pessoas não suportarão mais um ano de paralisação, pois todos os sacrifícios e desmandos – sim, parte da situação em que o País se encontra se deve a desmandos - que podiam ser feitos já o foram. Os sinais já são vistos por todos os lados: governos e empresas quebradas, alto nível de desemprego e renda em baixa.
No longo prazo e de forma sustentável, a solução aponta para uma presença e interferência ainda menores por parte do Estado na vida produtiva do País. O Estado precisa desregulamentar e liberar várias travas que impedem o País e suas empresas e empreendedores de serem competitivos e produtivos.
Sistema tributário maluco, sem precedentes no mundo minimamente desenvolvido, legislação trabalhista ultrapassada, excesso de burocracia e regulamentos, licenças, infraestrutura defasada, todos esses fatores precisam ser trabalhados e melhorados, se quisermos enfrentar essa crise de frente e de forma definitiva. Essa deve ser a prioridade do governo.
Criadas as condições ideais, tenho certeza de que o empresário brasileiro saberá dar a volta por cima, continuar investindo e gerando riqueza, o que não tem sido nada fácil ultimamente. Para que haja investimento e, consequentemente, crescimento, necessitamos pelo menos de expectativas positivas para o futuro próximo e uma mínima possibilidade de retorno para os riscos que corremos na nossa atividade empresária.
E ao empresário contábil, que teve a sua data comemorada no último dia 12, cabem algumas responsabilidades adicionais. Além de gerarem emprego e renda e correrem os mesmos riscos que os demais, cuidam e tratam das informações que geram subsídios para a tomada de decisões dos seus clientes, sejam eles governos, empresas ou pessoas.
Daniel Coêlho
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