Fusão 22/04/2013

Solar é nome escolhido para a nova gigante da Coca-Cola

Joana Jereissati, presidente da Calila Participações, uma das acionistas majoritárias, disse ao O POVO que a decisão saiu após três meses de estudos realizados pela empresa
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Jocélio Leal leal@opovo.com.br
DIVULGAÇÃO/JARBAS DE OLIVEIRA
Joana Queiroz Jereissat afirma que o nome da empresa remete a coisas boas e é fácil de pronunciar em qualquer língua
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A gigante nascida da fusão das companhias Norsa, Renosa e Guararapes já tem nome definido. A nova companhia é a Solar Refrescos S.A, com sede em Fortaleza. A escolha do nome foi confirmada ontem ao O POVO pela presidente da Calila Participações, uma das acionistas majoritárias, Joana Queiroz Jereissati. A fusão foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica -Cade (órgão antitruste do País) em janeiro.


A decisão saiu após três meses. “Não foi fácil, mas nos apaixonamos por esse nome porque achamos que é a cara da companhia que queremos criar: brasileira, nordestina, cheia de energia, pra cima”, afirmou Joana. Ela sugere pretensões para além do País: “O nome só remete a coisas boas, além disso, o símbolo, o sol, é muito bonito e o nome fácil de ser pronunciado em qualquer língua”.


A Solar tem como controladores a Calila (Grupo Jereissati) e a família Mello. A The Coca-Cola Company, com sede em Atlanta (Geórgia), nos EUA, é sócia minoritária. O faturamento combinado das três companhias ao final do ano passado era de cerca de R$ 6 bilhões.


A Solar é uma das 10 maiores fabricantes de Coca-Cola do mundo e a primeira com acionista brasileiro, além de ser a segunda maior engarrafadora do Sistema Coca-Cola no Brasil, menor apenas do que a Femsa (de capital mexicano).


O primeiro passo na direção da consolidação do Nordeste ocorreu em 1998, Desde lá, segundo Joana, a Calila vinha trabalhando para ser o grande consolidador da região. Nesta década e meia, a Refrescos Cearenses – até então apenas no Ceará - se transformou em Norsa, com atuação no Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e Piauí. Com a fusão, abrangerá a operação em todos os estados do Nordeste, Mato Grosso e partes do Tocantins e de Goiás.


Sobre o papel do pai, o ex-senador e ex-governador do Ceará Tasso Jereissati, em 23 de dezembro de 2012, Joana afirmara na Coluna Vertical S/A: "a visão dos negócios é dele".

 


Por quê

ENTENDA A NOTÍCIA


A manutenção da sede da Solar em Fortaleza foi garantida em dezembro por Joana Queiroz Jereissati. A permanência assegura mais uma das poucas empresas nacionais com sede no Ceará.


SERVIÇO


Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)

www.cade.gov.br

 


Saiba mais


A nova empresa vai ter 15 mil funcionários, 13 fábricas, 23 centros de distribuição e capacidade para fabricar 2,3 bilhões de litros de refrigerantes por ano.

Em novembro de 2012, a fábrica da Norsa em Maracanaú (na Região Metropolitana de Fortaleza) passou de 34.006 m² de área construída para 42.855 m².

A ampliação elevou a capacidade de produção de 72 milhões de litros de refrigerante/ano em mais 300 milhões de litros /ano.

O investimento declarado foi de R$ 25 milhões só na linha de produção.

A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) da Norsa no Ceará de declarados R$ 120 milhões, com previsão de atingir R$ 150 milhões em dois anos.

> TAGS: economia
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espaço do leitor
marcos 14/05/2013 11:14
otima,mais não ameaçar os funcionarios com processos trabalhistas mostra a cara de uma enpresa que so pessa no seru umbigo.pague os direitos dos funciorios para dai demita sem presizar ameaçar
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