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presidente 07/01/2015 - 15h52

Dilma Rousseff repudia atentado contra revista satírica Charlie Hebdo

Doze pessoas morreram e dez ficaram feridas em ataque de homens armados e aos gritos de "Alá é grande" contra a sede da revista satírica, localizada em Paris
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A presidente do Brasil, Dilma Rousseff (PT), repudiou o ataque terrorista contra a revista francesa “Charlie Hebdo” nesta quarta-feira, 7. Doze pessoas morreram e dez ficaram feridas em ataque de homens armados e aos gritos de "Alá é grande" contra a sede da revista satírica, localizada em Paris.

Pelo Twitter, Dilma expressou sua indignação: “Foi com profundo pesar e indignação que tomei conhecimento do sangrento e intolerável atentado contra a sede da revista ‘Charlie Hebdo’”.

Em nota à imprensa, Dilma Rousseff ainda ressaltou sua solidariedade com os familiares das vítimas e ao líder francês François Hollande. "Nesse momento de dor e sofrimento, desejo estender aos familiares das vítimas minhas condolências. Quero expressar, igualmente ao presidente Hollande e ao povo francês a solidariedade de meu governo e da nação brasileira”, afirmou a presidente.


Outras autoridades, como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também condenaram o massacre. “"Nosso pensamento e orações estão com as vítimas deste ataque terrorista e com o povo da França neste momento difícil", afirmou o presidente em uma nota oficial.

Massacre
Segundo o mais recente balanço oficial, o ataque matou 12 pessoas. Por volta das 11h30 (horário local), homens armados com um fuzil automático kalashnikov e um lança-foguetes entraram na sede do jornal satírico Charlie Hebdo, no 11º bairro de Paris. No local, ocorreu uma troca de tiros com as forças de segurança, relatou uma fonte próxima da investigação à agência France Presse.

Ao fugirem do local, os autores do ataque feriram um policial a tiro. Em seguida, abordaram um motorista que transitava no local, tomaram o veículo e, na fuga, atropelaram uma pessoa.

O presidente francês, François Hollande, foi para o local e denunciou um “ataque terrorista” de “extrema barbárie”.

O jornal Charlie Hebdo tornou-se conhecido em 2006 quando decidiu republicar charges do profeta Maomé, inicialmente publicados no diário dinamarquês Jyllands-Posten, o que provocou forte polêmica em vários países muçulmanos.

Em 2011, a sede do semanário foi destruída num incêndio de origem criminosa depois da publicação de um número especial sobre a vitória do partido islamita Ennahda na Tunísia, no qual o profeta Maomé era o “redator principal”.

Redação O POVO Online
com informações da Agência Brasil

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