[an error occurred while processing this directive][an error occurred while processing this directive] Os desafios com as tecnologias da linha do gol | Tendências | O POVO Online
Copa 15/06/2013

Os desafios com as tecnologias da linha do gol

O mundo do futebol se abre aos poucos aos sistemas para detectar automaticamente se a bola entrou no gol; a Copa das Confederações testará um novo modelo
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Foi um gol não concedido ao inglês Frank Lampard durante a Copa do Mundo de 2010 que fez com que o presidente da Fifa, Joseph Blatter, aceitasse a possibilidade de recorrer à tecnologia da linha do gol.

 

O desejo do mandatário passará por um teste importante na Copa das Confederações do Brasil, de hoje a 30 de junho, na qual o sistema alemão GoalControl-4D, que será usado também na Copa de 2014, seguirá permanentemente a bola com 14 câmeras de alta definição que serão espalhadas por cada estádio.


É um sistema confiável, preciso e capaz de alertar o árbitro de a bola cruzou ou não totalmente a linha do gol.


Muitos sistemas foram testados e ficaram pelo caminho por causa da problemas incorrigíveis. “Testamos os primeiros sistemas no início de 2011. Havia boas ideias, mas constatamos que nenhum estava pronto naquele momento”, explicou Martin Camenzind, engenheiro do EMPA, instituto tecnológico suíço ao qual a Fifa encarregou de controlar a eficiência dos projetos.


As boas ideias se dividiram em dois tipos, de um lado as que se baseavam em câmeras espalhadas pelo estádio e, do outro, projetos que envolviam a criação de um campo electromagnético, com uma bola dotada de um sensor.


De acordo com Camenzind, “alguns haviam concebido seu sistema em um laboratório sem testá-lo intensivamente no campo”. “Alguns ficaram muito surpresos quando testamos seus sistemas no campo, em frente à sede da Fifa, num dia quando a luminosidade variava. Eles diziam que havia luz demais ou que não havia luz suficiente”, relatou.


“Entre os primeiros sistemas testados, alguns apontavam um gol quando, na verdade, confundiam a cabeça raspada de uma pessoa com a bola”, contou Camenzind.


Uma bola branca sobre fundo branco, uma segunda bola dentro de campo, um objeto metálico perto do gol, um laser... Os pesquisadores suíços imaginaram todo tipo de situações para verificar a infalibilidade dos sistemas.


Foi a meteorologia que apontou os problemas dos sistemas com campos magnéticos. “Um dia, havia uma tempestade por perto e a descarga eletromagnética de um raio perturbou o sistema de detecção do gol”, lembrou o engenheiro.


Para ele, o ideal seria combinar as duas filosofias, já que ambas têm aspectos positivos e negativos.


“O sistema eletromagnético necessita de uma bola especial. O risco é que a tecnologia no interior da bola pode se quebrar ou o sensor pode ter algum problema”, analisa Camenzind (da AFP).

> TAGS: tecnologia gol copa
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