Editorial 26/07/2014

Aviação é segura porém precisa sempre de precauções

A nação está distanciada de situações de beligerância contra países estrangeiros
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Ingrid Coelho ingridrodrigues@opovo.com.br


Sobre a matéria “Acidentes. Segurança aérea no Brasil não é preocupação, dizem os especialistas”, do repórter Andreh Jonathas (Editoria Economia, página 27), na edição de ontem, 25, do O POVO, existem precedentes que podem tranquilizar os viajantes, primordialmente os novatos, com relação à aviação nacional de grande porte. Quando ocorreram os maiores caos de aeroportos brasileiros, em 2006 e 2007, provocados em parte pela insuficiência no efetivo de controladores do tráfego aéreo, esses dois períodos transcorreram sem catástrofes, para o alívio geral.


Entretanto, registraram-se no passado episódios que podem ser lembrados como advertência permanente. O mais recente desastre de grandes proporções foi no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com o Airbus A320-233 da TAM, provocando em terra os óbitos de 199 pessoas, em 2007, dentro e fora da aeronave. Já houve também no País acidentes classificáveis como inusitados. Em 1989, desvio de rota por erro de navegação num Boeing 737-200 da Varig, que cumpria o itinerário entre São Paulo e Belém, com escalas, causou pouso forçado na mata do município de São José do Xingu (MT). Faleceram 14 a bordo.


Aeronaves de menor porte, desde táxis-aéreos a helicópteros, têm sido mais frequentes como exemplos de sinistros aéreos no Brasil. Além disso, a Nação está distanciada de situações de beligerância contra países estrangeiros ou internas, o que também poderia comprometer a segurança tanto da aviação civil quanto da militar, tal como acontece na Ucrânia. Já houve ocasiões, pelo menos até a década de 1970, em que voar como viajante ou tripulante se tornava tão arriscado que o Brasil poderia ser comparado a um cemitério de aviões.


Estatísticas frequentes, desde mais de 40 anos atrás, apontam que o avião apresenta menos desastres do que transitar sobre rodas em ruas e rodovias, contabilizando-se mais vítimas humanas em terra. Pode ser comprovado, embora o gerenciamento da segurança no voo exija sofisticação maior, já que a época heroica, pelo menos da aviação civil, já terminou.

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