[an error occurred while processing this directive][an error occurred while processing this directive] Presidentes prestam apoio a Dilma contra impeachment | Mundo | O POVO Online
Mercosul 22/12/2015

Presidentes prestam apoio a Dilma contra impeachment

O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, afirmou que Dilma Rousseff (PT) governa com "integridade"
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NORBERTO DUARTE/AFP
Dilma participa da cúpula do Mercosul, ao lado dos presidentes Horácio Cartes (Paraguai), Mauricio Macri (Argentina), Tabaré Vázquez (Uruguai) e Evo Morales (Bolívia).Chanceler Delcy Rodríguez representou Maduro

A presidente Dilma Rousseff recebeu a solidariedade dos líderes dos países do Mercosul pela crise política em que está envolta no front doméstico. A mandatária brasileira tenta evitar que o pedido de impeachment contra ela tenha prosseguimento.

O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez -que pertence à Frente Ampla, partido de esquerda que é próximo ao PT- afirmou que Dilma governa com “integridade”.


“Estamos com você, companheira”, discursou o uruguaio. Em meio à discussão no Mercosul sobre possíveis sanções à Venezuela, o presidente Nicolás Maduro não apareceu. Foi representado pela chanceler Delcy Rodríguez. “Estamos solidários pelo assédio sofrido por Dilma, saudações carinhosas do presidente Nicolás Maduro”, disse Rodríguez.


No sábado, 12, o presidente boliviano Evo Morales também se manifestou contra o impeachment de DIlma e disse que está em preparação no Brasil um “golpe de estado parlamentar”.


Em entrevista ao jornal simpático ao kirchnerismo Página 12, Evo comparou a situação atual do Brasil com a do Paraguai de Fernando Lugo, deposto em 2012 após um processo de impeachment relâmpago.


“É um golpe parlamentar em preparação. Já houve um golpe no Congresso do Paraguai, e agora está acontecendo (o mesmo) no Brasil (...) são os grupos oligárquicos os que têm detêm poder político”, afirmou.

 

Compromissos

Os presidentes do Mercosul se comprometeram a aprofundar a integração entre os países do bloco em um comunicado que deu ênfase ao respeito das instituições democráticas, dos direitos humanos e das liberdades fundamentais, ao concluir sua 49ª cúpula, em Assunção.

 

Como poucas vezes fizeram em encontros anteriores, os governantes incentivaram os países-membros que ainda não ratificaram o protocolo de direitos humanos assinado há dez anos “a aderir o mais breve possível a este e outros instrumentos jurídicos que recolhem estes princípios fundamentais” no âmbito do tratado regional.


Os objetivos do Mercosul “se orientam a aprofundar a integração e o desenvolvimento dos povos, a consolidação da democracia, a plena vigência das instituições democráticas e o respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais”, indicou. O comunicado conjunto ressaltou que estas “são condições essenciais para a vigência e a evolução do processo de integração”. (agência Folhapress)

> TAGS: mercosul
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