MUNDIAL DE FUTEBOL 11/01/2017

Copas do Mundo de futebol terão 48 seleções a partir de 2026

Buscando novos territórios e lucros, Fifa aprova maior reforma da história das Copas, que passarão a ter 48 seleções a partir de 2026
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MICHAEL BUHOLZER / AFP
Gianni Infantino, presidente da Fifa, capitaneou ideia de expansão

De olho em lucros inéditos e em consolidar o futebol como o principal esporte no planeta, a Fifa promoveu a maior reforma da história de quase cem anos da Copa do Mundo. Além de uma expansão para 48 seleções — hoje são 32 —, a entidade mudou as regras do torneio e abriu a possibilidade de que continentes possam repartir os jogos em diversos países. O Conselho da Fifa aprovou ontem a mudança de forma unânime.

 

Simulações da própria Fifa apontou que, em termos de qualidade, o melhor seria manter a Copa com 32 países. Mas, para atingir seu objetivo de expandir o futebol e a renda da entidade, a opção dos cartolas foi a de abrir mais vagas. A projeção é de que a renda salte em 35%, com audiência recorde em novos territórios que jamais sonhariam em se classificar, principalmente na Ásia. Com a expansão, existem boas chances de que a China também entre na Copa, sonho de Pequim e dos dirigentes na Fifa.


Pelo projeto aprovado, serão 80 jogos e pelo menos seis horas de futebol por dia. Com quatro partidas por dia, a própria entidade admite que será "um desafio" erguer uma infraestrutura capaz de acomodar o projeto.


Para que isso seja possível, a Fifa vai promover mudanças radicais nas regras. O primeiro é o fim do empate, com todos os jogos sendo definidos em pênaltis em caso de as partidas não terem vencedor em tempo de bola rolando.


Está em estudo a autorização de um maior número de substituições.

 

CONTINENTAL

Para garantir ainda que o novo projeto possa encontrar uma sede capaz de ter 12 estádios novos, 64 campos de treinamentos, 48 hotéis para as seleções e uma segurança reforçada, a Fifa abre a possibilidade de que diversos países se apresentem de forma conjunta para sediar a Copa. Um dos temores era de que as futuras sedes se limitassem a grandes países como Estados Unidos, China, Alemanha ou Japão.

 

Mas a Fifa, a partir de 2026, permitirá que uma Copa possa ocorrer em mais de três países ao mesmo tempo. Isso reduziria o custo para cada uma delas. O pesadelo organizacional ainda fica mais complicado se for considerado que o país ou continente sede tenha de receber 48 torcidas diferentes. (Agência Estado)

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