Imóvel 24/03/2014

Consumidor está disposto a pagar mais por tecnologia, diz CBIC

Pesquisa mostra que consumidor está disposto a pagar por tecnologias que resultem em maior economia, segurança, conforto e sustentabilidade
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Ingrid Coelho ingridrodrigues@opovo.com.br
DEIVYSON TEIXEIRA
Imóveis: itens como segurança, conforto e sustentabilidade ambiental contam pontos na hora da compra

Pesquisa inédita realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) e coordenada pelo Instituto Sensus diz que o consumidor brasileiro está cada vez mais exigente sobre as inovações na construção e disposto a pagar mais por tecnologias que resultem em maior economia, segurança, conforto e sustentabilidade ambiental.

 

O levantamento, realizado em 23 Estados e no Distrito Federal, ouviu 1.123 pessoas no período de 11 a 15 de maio de 2013. De forma espontânea, os entrevistados apontaram os itens economia (30,2%), segurança (16,3%), conforto (4,9%) e ecológico (com 4,1%) como os diferenciais mais buscados em um imóvel.


Na pesquisa induzida, o item que mais pesa na escolha são os que garantem economia de energia (21,4%), alarme elétrico (12,7%), economia de água (12,1%), teto solar para geração de energia (8,5%) e monitoramento por câmera (7,5%).


Para Paulo Simão, presidente da Cbic, a pesquisa mostra que há mercado para que as construtoras aumentem o investimento em tecnologia durante a construção. “Com mais investimento e com ganho de escala, essas novas tecnologias terão seu custo reduzido e poderão chegar a um público muito maior”, afirma o presidente.

 

Pressão por custo

De acordo com Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Qualidade do Sindicato da habitação de São Paulo (Secovi-SP), a predisposição de o cliente pagar até 10% mais no imóvel para ter as tecnologias sustentáveis é um dado que surpreende. “Sentimos uma pressão muito grande por custo. Apesar de as pessoas gostarem, o foco não é esse”, diz.

 

Vitor Marques, gerente de marketing da Marques Construtora empresa com projetos mais voltados para famílias com renda entre R$ 5.000 e R$ 7.000 diz que boa parte dessas tecnologias não encarecem a obra.


“Qualquer redução de consumo é importante. São coisas simples, como medição individual de água e de gás, e que chegam a representar até 30% do valor do condomínio”, avalia.


Os resultados da pesquisa estão sendo apresentados semana passada na Feicon (salão internacional da construção), e a expectativa da Cbic é sensibilizar empresas e governo para o emprego de recursos sustentáveis na construção civil. (da Folhapress)

 

Serviço

 

NBR 15575 estabelece parâmetros para as construções

Acesse na integra: http://bit.ly/1ppQdNq

> TAGS: cbic imóveis
espaço do leitor
Zé Bob 24/03/2014 08:20
Infelizmente, nossa carga tributária inibe qualquer tentativa de crescimento. É desumana e irreal. Com um propósito nada social e muito assistencialista, o governo do PT sacrifica a geração de emprego e renda de pequenas e médias em troca da manutenção do bolsa família.
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