Troca de tiros 15/05/2015

Ministério Público deve conduzir investigação da Polícia Federal

O procurador da República, Rômulo Conrado, que cuida do Controle Externo da Atividade Policial no Ceará, deve acompanhar investigações sobre troca de tiros entre um policial militar e policiais federais
notícia 0 comentários
{'grupo': '', 'id_autor': 19027, 'email': 'jessikasisnando@opovo.com.br', 'nome': 'J\xe9ssika Sisnando '}
Jéssika Sisnando jessikasisnando@opovo.com.br
Compartilhar

O Ministério Público Federal (MPF) deve acompanhar as investigações acerca da troca de tiros envolvendo um policial militar e uma equipe da Polícia Federal na tarde da última quarta-feira, 13. O tiroteio se deu dentro de um centro universitário na avenida Fernandes Távora, no Jóquei Clube. Um policial militar foi atingido por dois tiros.

 

Um requerimento enviado pelo deputado federal Cabo Sabino (PR) ao MPF solicitou a designação de um procurador federal para conduzir as investigações e o inquérito policial, até o relatório final. O objetivo foi evitar corporativismos tanto da Polícia Federal como da Polícia Militar, durante as investigações. O procurador da República Rômulo Conrado, responsável pelo Controle Externo da Atividade Policial do Ceará, foi designado para a missão.


Operação

Na última quarta-feira, durante uma operação, policiais federais à paisana rendiam policiais militares fardados suspeitos de extorsão. Um outro PM à paisana que passava pelo local teria imaginado que a situação se tratava de um assalto e efetuou disparos contra os federais, que revidaram. O PM Higor Kaleb Scarcela Pereira, 27, foi atingido com dois tiros no braço.

 

Segundo a Polícia Federal, os dois PMs presos na operação receberiam R$ 6.800 para a liberação de traficantes. Além dos PMs, foram presos dois homens envolvidos com o tráfico. Essas duas pessoas, conforme as investigações, iriam enviar uma remessa de drogas para a Capital e teria sido constatada a participação dos militares.


O grupo preso vai responder, na medida de cada participação, por crime de associação para o tráfico, corrupção e tentativa de homicídio. As prisões fazem parte da operação de combate às drogas na região.


“Na hora errada”

“Meu filho estava no lugar errado e na hora errada”. É assim que a mãe do soldado da Polícia Militar Higor Kaleb, 27, descreve a situação em que o filho se envolveu na tarde da última quarta-feira. Rosângela Scarcela defende a atitude do filho e diz que ele, ao atirar contra os policiais federais à paisana, agiu em defesa dos miliares fardados por pensar que estavam sendo rendidos por bandidos. A mãe ainda se preocupa com possíveis sequelas físicas e com o futuro profissional dele na corporação. (Colaborou Lucas Mota)

> TAGS: mpf pm pf tiroteio
Compartilhar
espaço do leitor
Nenhum comentário ainda, seja o primeiro a comentar esta notícia.
0
Comentários
500
As informações são de responsabilidade do autor:
  • Em Breve

    Ofertas incríveis para você

    Aguarde

ACOMPANHE O POVO NAS REDES SOCIAIS

Erro ao renderizar o portlet: Barra Sites do Grupo

Erro: cannot identify image file <cStringIO.StringI object at 0x42ceb58>

Jornal de Hoje | Página Cotidiano