SEM FERIMENTOS 27/01/2012 - 01h30

Ajudante de obras sobrevive graças a elevador e a celular

O ajudante de obras Alexandro Fonseca, de 31 anos, deixou ontem de manhã o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. Ele estava no interior do prédio que desabou na noite de quarta-feira, próximo ao Theatro Municipal.

 

Fonseca diz que levava material para o nono andar quando viu o teto desabando: “A minha primeira reação foi me jogar de volta ao elevador. Ele despencou em queda livre ficando preso entre o terceiro e quarto andares. “No andar em que estava não teve explosão, não teve nada. Cheiro, só de tinta”, disse.


“Na escuridão do elevador pensava que não veria mais meus filhos, minha família. A única luz que havia era a do celular”.


Ele comentou que o telefone celular o salvou. “Foi esse aparelho aqui. Fiquei conversando com um amigo a cada 10 minutos. Ele me colocou para falar com um dos bombeiros que logo me acharam”, contou. O ajudante de pedreiro não sofreu qualquer ferimento.

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