[an error occurred while processing this directive][an error occurred while processing this directive] Ilha paradisíaca na Noruega é usada como Presídio | O POVO
CURIOSIDADES 24/04/2013 - 08h42

Ilha paradisíaca na Noruega é usada como Presídio

A detenção, que fica localizada em Bastoy, na Noruega, ainda possui quartos mobiliados e equipados com TV a cabo
Divulgação
Condenado por homicídio toma sol na ilha de Bastoy
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Uma ilha com campo de futebol, saunas, câmara de bronzeamento artificial, sala de cinema, biblioteca e um estúdio musical. Colônia de férias? Não. Por incrível que pareça, tudo isso é um presídio, um dos únicos quatro de baixa-segurança do mundo.

A detenção, que fica localizada em Bastoy, na Noruega, ainda possui quartos mobiliados e equipados com TV a cabo. Os “detentos” trabalham na fazenda, na colheita, na lavanderia, na balsa ou na pesca, o que rende à eles cerca de 57 coroas norueguesas (em torno de 20 reais) por dia para cada um.

No presídio que tem a menor taxa de reincidência da Europa, não há celas, armas e muito menos câmeras de monitoramento. Só existe apenas uma regra: nada de álcool, drogas e violência.

Segundo o site Uol, os ex-assassinos, ex-ladrões e ex-traficantes trabalham, estudam, se divertem, se exercitam e tomam sol. O prefixo “ex” não é por mera generosidade, e sim pela baixíssima taxa de reincidência criminal.

Somente 16% dos que cumpriram pena em Bastoy voltam ao crime, enquanto que no Brasil, a realidade supera os 70%. O sucesso do “corretivo” aplicado na ilha já faz com que a Noruega pense em expandir o modelo, iniciativa que causa calafrios nos penalistas mais rígidos e revanchistas.

“Bastoy faz exatamente o oposto dos presídios convencionais, onde os presos são trancafiados sem qualquer tipo de responsabilidade pessoal, alimentados e tratados como animais”, diz o diretor da prisão. No cargo desde 2007, o psicoterapeuta (especializado na escola da Gestalt) Arne Nilsen já trabalhou em presídios ingleses e passou mais de dez anos no Ministério da Justiça norueguês antes de mudar-se para a ilha.

Para ele é preciso olhar as punições com um sentimento menos vingativo e repressor. “Privar uma pessoa da sua liberdade por um certo período já é um castigo suficiente em si, sem que seja necessário precarizar as condições do presídio”, disse Nilsen, ao jornal inglês The Daily Mail.

Ao contrário dos modelos mais rígidos, o sistema penal norueguês não prevê nem pena de morte nem prisão perpétua, e o tempo máximo que um cidadão pode passar na cadeia é de 21 anos (no Brasil, são 30).

Redação O POVO Online

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espaço do leitor
Antunes 25/04/2013 14:13
Quem morreu que se lascou. Desse jeito até eu vou pra lá.Queria ver se o assassinado fosse filho ou parente desse tal de NILSEN. Pimenta no olhos dos outros, na gente é refresco.
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Topera 24/04/2013 13:13
Eduardo, você é um gênio!
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Eduardo 24/04/2013 13:09
Topera Vc é uma toupeira
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Topera 24/04/2013 11:15
Ah, como queria ser preso na Noruega..
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