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30/12/2011 - 18h11

Reunião entre PMs, bombeiros e o Governo do Estado termina sem acordo

notícia 92 comentários

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Atualiza às 23h57

Terminou sem acordo a reunião de policiais militares e bombeiros do Ceará com o Governo do Estado, na sede da Procuradoria Geral da Justiça (PGJ) do Estado. O encontro aconteceu na tarde desta sexta-feira, 30.

Após cerca de duas horas e meia de reunião, policiais militares, bombeiros e o Governo decidiram formular um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que trataria a possibilidade de conceder anistia aos policiais envolvidos nas paralisações.

 

Após a formulação do TAC, a categoria levou o documento para ser discutido pelos policiais para, só então, decidirem o rumo da greve. No entanto, não houve acordo entre as partes. A reunião será retomada neste sábado, 31, pela manhã.

 

Além do comando da greve, participaram do encontro a procuradora Geral de Justiça, Socorro França; o procurador-geral do Estado, Fernando Oliveira; o comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Ceará, coronel Werisleik Ponte Matias, e o corregedor-geral de Disciplina da Secretaria da Segurança do Estado (SSPDS), Sevilho Paiva.

 

Entenda a notícia

Os policiais e bombeiros se reuniram na tarde de quinta-feira, 29, e, após tensa discussão, os profissionais resolveram cruzar os braços durante a festa de Réveillon em Fortaleza. A decisão foi tomada por unanimidade de votos.

Após a assembleia, a categoria se dirigiu ao Ginásio Poliesportivo da Parangaba, onde todo o efetivo permaneceu até a tarde desta sexta-feira, 30, quando a categoria foi convocada para uma possível negociação com o Governo do Estado.

A categoria havia garantido que se o Governo não tivesse oferecido uma proposta aos profissionais até este sábado, 31, não haveria efetivo de policiais militares e bombeiros durante a festa organizada pela Prefeitura Municipal na Praia de Iracema e demais pólos da Capital.

Entre as reivindicações da categoria, estão a campanha por reajuste salarial, aumento do efetivo, além da anistia dos militares que estão respondendo a processos.

 

Redação O POVO Online

 

 

espaço do leitor
alienado 02/01/2012 12:50
Apoio que a classe trabalhadora, reinvidique seus direitos, fica uma lição para a Pm, que bate em professor, que e uma classe importante para toda a sociedade, cuidado vc não vão pagar por o que fizerão, cd o choque que parte para cima de Pm's, querem agora aumento de salario, não acredito.
Indignado 01/01/2012 18:56
È engraçado os PM dessa cidade. Quando são convocados pelo Governo a meter o pau nos trabalhadores cumprem religiosamente o dever. No próximo ano de 2012 serão despejados todos os moradores da via expressa, e com certeza, vai ter muita pancadaria executadas por esses mesmos PM travestidos de trabalhadores. E aí comando de greve, como voces querem que a populacao apoiem esse movimento desse jeito?
Denis 01/01/2012 07:50
Militares não fazem greve, é ati constitucional.
Vitória chegando 31/12/2011 20:29
POLICIA NÃO FAZ GREVE REIVINDICA VALORIZAÇÃO É recorrente em todo território nacional a dedicação e abnegação de homens e mulheres que desempenham o trabalho pela Segurança Pública em nosso país, cerca de 600 mil homens e mulheres fazem parte das forças de segurança estaduais arriscando a vida e abrindo mão do lazer com sua família para prestarem esse serviço de extrema importancia e muitas vezes sem nehum reconhecimento ou valorização. Costuma-se dizer que a policia perto incomoda e longe faz falta para expressar a importancia e necessidade dessa categoria. Na maioria dos estados brasileiros a Policia Militar e Corpos de Bombeiros Militares são menosprezados pelo Poder Público que não investe adequadamente em estrutura e condições de trabalho, em vezes, os profissionais são abandonados a própria sorte e criatividade de inventar formas de segrança e de melhoramento no serviço para garantrir a própria vida e a vida de terceiros. Como se não bastasse, a falta de estrutura e condições de trabalho, ainda podemos constatar o abandono legislativo dessa corporação, com legislações arcaicas e anteriores a Constitição Federal de 1988 e em alguns casos, uma verdadeira "coxa de retalhos" que torna-se impossivel a segurança jurídica, as garantias de direitos e a definição de deveres diretamente relacionados ao atendimento a sociedade e o serviço de SEGURANÇA PÚBLICA. Na maioria dos casos, as legislações copiadas das forças armadas que se destinam para fins diversos aos do serviço de policiais e bombeiros são ferramentas de opressão, humilhação e abuso de poder. Não se fala aqui da dicotomia militarismo e democracia, pois em certos aspectos poder-se-ia enaltecer a ideologia militar enquanto organização, respeito e controle elevados, assim como dreitos previstos na legislação militar como previdencia e plano de carreira. Mas que infelizmente não passa do papel. Na prática, policiais e bombeiros convivem com uma gama de problemas como uma carga de estresse elevada, causada pel
Soldier 31/12/2011 14:57
Esses que aparecem com codnomes e não tem coragem de enfrentar a causa deveriam sofrerem os atos de violência diário por quem sofre os profissionais da PM. Quanto a este tal capitãozinho joão sardinha,este leonael de castro e dr. luides melo (doutor em corrupção), ninguem nasceu fardado não.todos tem capacidade de melhorias e crescimento e não tem minoria em greve,somos uma massa bem maior seus imbecis.chupa-ovo do governo!!
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