07/07/2014 - 09h20

Pagamento móvel reduz custo a pequenos vendedores

notícia 0 comentários
Compartilhar

Cerca de 250 mil microempresas e profissionais liberais aceitam o pagamento em cartão por meio de dispositivos móveis no Brasil, segundo estimativas da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

Um deles é Luís Matoso, consultor da Belcorp, a terceira em vendas diretas de cosméticos na América Latina, atrás de Avon e Natura. Ele pagou 12 parcelas de

R$ 29,90 para comprar uma máquina da Payleven que funciona acoplada ao celular - antes, ele tinha uma maquininha tradicional, que lhe custava R$ 110 ao mês. Na hora de receber o pagamento em cartão, Matoso digita o valor da venda no seu smartphone, que se conecta ao dispositivo da Payleven por bluetooth. O cliente insere o cartão no terminal e digita a sua senha - o comprovante é enviado por e-mail.

Existem outras versões à venda. Há, por exemplo, dispositivos mais simples e baratos, que se conectam ao celular pela entrada do fone de ouvido. As versões mais caras leem até código de barras.

A alemã SumUp, por exemplo, trouxe, há seis meses, seu leitor de cartões que se conecta ao celular e já tem 30 mil clientes no País - a segunda maior base da companhia, que está em 14 países. O dispositivo custa R$ 79 e não tem mensalidade. "Nossos clientes fazem em média duas transações por semana. Ou seja, eles nunca teriam uma maquininha tradicional", diz o diretor da SumUp no Brasil, Igor Marchesini.

A sueca iZettle passou a vender seus leitores no Brasil há dois meses. Em parceria com o Santander, ela comercializa o aparelho associado a uma conta corrente com benefícios.

Segurança

Para o diretor de aceitação da Visa, Renato Rocha, é preciso ter atenção às questões de segurança para não dar um passo atrás no mercado brasileiro. "Uma solução que não leia chip e aceite senha é inadequada para o Brasil", disse. "Não podemos retroceder do ponto de vista da segurança das transações."

A companhia trouxe ao Brasil, no ano passado, um programa global que dá uma espécie de consultoria aos fabricantes de versões móveis das maquininhas, batizado de Visa Ready, e concede uma certificação Visa às soluções adequadas para cada país. Até abril, a empresa havia aprovado sete dispositivos para o mercado brasileiro -todos com chip e senha. No mundo, há 35 soluções aprovadas pela companhia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

undefined

Compartilhar
espaço do leitor
Nenhum comentário ainda, seja o primeiro a comentar esta notícia.
0
Comentários
300
As informações são de responsabilidade do autor:
  • Em Breve

    Ofertas incríveis para você

    Aguarde

São utilidades para enriquecer seu site ou blog por meio de códigos (Tags ou Scripts) que ajudam sua página a ser ainda mais informativa

Escolha o Widget do seu interesse

Newsletter

Receba as notícias do Canal Economia

Powered by Feedburner/Google

Mais comentadas

anterior

próxima

Erro ao renderizar o portlet: Barra Sites do Grupo

Erro: cannot identify image file <cStringIO.StringI object at 0x42ceb58>