REDES SOCIAIS 29/06/2016 - 18h32

Empreendedorismo feminino na internet

Entenda como a internet auxilia mulheres e seus novos negócios online e conheça a iniciativa que promove belas histórias empreendedoras
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De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), entre 2010 e 2012, a maioria dos novos negócios foram abertos por mulheres e as redes sociais têm um grande papel nesse crescimento. Em Fortaleza, elas investem em redes como o Facebook e o Instagram para divulgar suas marcas e produtos e estabelecer relacionamentos com os clientes.


Bordado expandido

Daniele e Orleane, com linhas e uma tela bordada

Duas irmãs e a vontade de ter uma marca que pudesse expressar suas ideologias e modo de vida. A Átomo veio dessa união. A loja virtual surgiu no Instagram, como um brechó, o Très Marie. Daniele Barreto, uma das proprietárias, contou que ela e sua irmã precisavam levantar algum dinheiro para abrir a própria marca. O Très Marie Brechó busca peças pela cidade e revende utilizando o Instagram. Depois de algum tempo, elas conseguiram abrir a marca Átomo, que vende bordados e pinturas em telas, roupas e acessórios.


Daniele e sua sócia, Orleane, se dividem nas produções e manutenção das redes sociais. Elas contaram que ainda não investiram em publicidade online, mas pretendem aumentar a visibilidade da marca utilizando ferramentas das redes sociais. Para a Átomo, a internet é essencial. “Eu não preciso dispor de um local físico ou gastar com aluguel, consigo me comunicar com as pessoas, saber suas preferências, marcar a entrega em mãos. Enquanto nossa cliente está no ônibus, por exemplo, ela está olhando nosso perfil, fechando reserva, ou fazendo uma encomenda”, conta Daniele.


Doce negócio

Jamylle, de 24 anos, prepara vende bolos, doces e chocolates através das redes sociais

Em outubro de 2014 surgiu a Jambo Doce, loja virtual de Jamylle Cavalcante. Ela, que estuda Publicidade e Propaganda, fez um curso de doces e bolos no Senac e resolveu investir em seu próprio negócio. “O surgimento da loja virtual veio para atender de uma melhor forma meus clientes e, claro, divulgar”, conta a doceira.

Jamylle também aproveita ferramentas que só a internet poderia disponibilizar: o financiamento coletivo. Ela tem um projeto de comprar uma bikefood para poder levar os doces para eventos e praças, por exemplo, mas precisa arrecadar uma certa quantia e utiliza a internet para conseguir ajuda. “Isso acabou trazendo uma visibilidade para a minha página (...) e acredito que isso vai ser ótimo para que as pessoas conheçam meu trabalho”, explica.

#ElaFazHistória
Facebook e Instagram lançaram uma campanha para incentivar a divulgação de mulheres empreendedoras. No site é possível encontrar diversas histórias e homenagear empreendedoras que merecem destaque.

"Acreditamos que nossas ferramentas podem ajudar as mulheres a empreender e estimular outras a fazer o mesmo. Queremos contar histórias de mulheres para inspirar outras mulheres a buscarem pelas suas realizações profissionais.” Explicou Camila Fusco, diretora de empreendedorismo do Facebook.

Eventos exclusivos de capacitação e treinamento serão realizados em todo o Brasil para incentivar o empreendedorismo. As oficinas são desenvolvidas junto com os parceiros Think Olga, ONU Mulher, Rede Mulher Empreendedora, Escola de Você e o programa Connect Americas Mulheres do BID.

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