HGF 04/12/2013

A dez dias do fim de prazo, "piscinão" tem 40 pacientes

Pelo prazo estipulado por Ciro Gomes, o piscinão deve ser desativado até o dia 13 de dezembro
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Thaís Brito cotidiano@opovo.com.br
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O“piscinão”, área improvisada no setor de emergência do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), está a dez dias de acabar. Isso se o prazo estipulado pelo próprio secretário estadual da Saúde, Ciro Gomes, for cumprido.


Por dia, ainda são atendidos de 30 a 40 pacientes fora dos leitos do HGF. Antes do anúncio do secretário, eram 100 pacientes acomodados precariamente no mesmo espaço.


Enquanto uma reforma é feita no térreo, onde fica o “piscinão”, os pacientes foram instalados no primeiro andar da unidade. As obras devem resultar na criação de 25 leitos. Outra medida para tentar esvaziar de vez o “piscinão” é a contratação de leitos na rede privada.


A direção do HGF informou que, além da transferência para novos leitos após a reforma, ainda sem previsão, os pacientes vão ocupar leitos de retaguarda dos hospitais Waldemar Alcântara, Senador Fernandes Távora, Santa Casa de Misericórdia e Hospital da Polícia Militar.

 

Visita


Na última sexta-feira, o HGF recebeu uma comissão formada pelos deputados estaduais Heitor Férrer (PDT), Eliane Novais (PSB), Fernanda Pessoa (PR) e José Sarto (Pros). No dia da visita, 49 pacientes de diversas especialidades eram atendidos no primeiro andar. Os parlamentares avaliaram o atendimento no setor de urgência e emergência. A comissão retorna à unidade no próximo dia 14. O objetivo é checar se a área foi de fato desativada na data prometida: 13 de dezembro.


Para José Maria Pontes, presidente do Sindicato dos Médicos do Ceará (Simec), “a situação é extrema. Não tem como esvaziar (o “piscinão”) porque todos os hospitais de emergência e urgência do País têm um piscinão”. De acordo com Pontes, o problema, que não ocorre apenas no Ceará, reflete a precariedade da atenção básica e secundária.


Conforme o médico, a transferência de casos para hospitais privados tem gerado complicações. “Tomamos conhecimento de pacientes que são remanejados para unidades e que precisam voltar. O HGF recebe casos graves, e esses hospitais não têm a mesma estrutura”, relata.


Mayra Pinheiro, médica perita da Defensoria Pública da União (DPU/CE) e da Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde Pública, faz a mesma crítica: “O Fernandes Távora não tem como receber os mesmos casos (do HGF). Pacientes renais estão sendo mandados para casa depois de dois ou três dias.”

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Pedro Wilson 06/12/2013 10:21
Ele transformou uma piscina (piscinão) em uma caixa d'água, pois mudou do térreo para o 2º andar.
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É O QUE MAXO? 05/12/2013 08:12
ESTÃO TOMANDO BANHO COM UM COPO USANDO ÁGUA DA PIA.
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É O QUE MAXO? 05/12/2013 08:11
NO 1º ANDAR (PISCINÃO 2)NÃO TEM CADEIRAS DE RODAS E OS PACIENTES ESTÃO TOMANDO BANHO COM NUM BANHEIRO QUE NÃO TEM CHUVEIRO.(ATENDIMENTO DESUMANO)
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Jose Luciano Muniz Lima 05/12/2013 06:46
kkkkkkkkk. Já visitaram o mezaninão? Foram pra lá que foram transferidos os pacientes e com suporte das UPAS e hospitais de periferia que não apresentam nenhuma condição de tratamento terciário. Estão morrendo aos magotes longe dos olhos da imprensa. Extermonando os pacientes fica fácil né?
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RICARDO 04/12/2013 12:39
saiu do primeiro andar o piscinão e levaram as macas para osegundo andar kkkkkk virou o varandão kkkkkkkkkkkk CIRO ´CID ROBERTO CLAUDIO NÃO FAZEM NADA PORQUE NÃO SABEM COMO FAZER
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